E que venha dois-mil-e-seis!
Sábado, Dezembro 31, 2005
Sexta-feira, Dezembro 30, 2005
* acaba, por favor *
E quando comentei o atípico ano de 2005, eu mal imaginaria seu final.
No dia 27, muito cedo, recebi telefonema de uma amiga dizendo que o prédio em que trabalhávamos estava em chamas.
Num primeiro momento pensei que fosse qualquer coisa, menos verdade...
Mas era.
Foi só ligar a TV e confirmar que estávamos todos em um pesadelo real. E minha cabeça deu um nó. Mas como?
Há poucos dias, a equipe trabalhou muito. Lembro que a gente só queria que chegasse logo o final da tarde, hora da festa, pra dar risada com os presentes & piadas de amigo-oculto, com a brincadeira toda de uma equipe enorme que trabalha demais e que adora uma festa.
Fui embora satisfeita porque cumpri minhas obrigações e com a certeza de que voltaria para reencontrar os amigos.
Na caminhada, acabei pegando um caminho diferente por conta de uma obra que estava sendo realizada nas costas do prédio... e que aumentou meu percurso, mas tudo bem, não estava chovendo mesmo!
Para trás, deixei a mesa organizada com meus papéis, agendas, horários, adesivos, bilhetinhos, miniaturas e saí contente porque ali fiz amigos que reencontraria no dia seguinte, pessoas que são a razão da minha alegria ao sair de casa pelo simples fato de encontrá-las logo mais, por mais chato e cansativo que seja o dia.
Mas no dia 27 foi tudo diferente. Quando cheguei, foi desolador.
Do carro eu falava sozinha que “não acreditava naquilo”.
Cones impedindo passagem, muita fumaça, pessoas olhando pro nada que se transformou o prédio.
E aquela mesma obra que me fez mudar o caminho dias anteriores, atrapalhou enormemente o serviço dos bombeiros. Eles não conseguiam chegar mais perto do prédio e o fogo espalhou-se rapidamente.
Procurei pelos amigos pra saber se estavam bem, o celular não parava de tocar e minha cabeça estava um nó-cego agora.
Fomos espalhados para os locais mais próximos e o telefone nunca tocou tanto.
Chorei quando fui ver tudo de perto, engoli o choro a manhã inteira, fui embora mais cedo e à noite tive pesadelos horríveis daqueles que me obrigaram a dormir no quarto dos pais, de tão apavorada e nervosa que estava.
E quando comentei o atípico ano de 2005, eu mal imaginaria seu final.
No dia 27, muito cedo, recebi telefonema de uma amiga dizendo que o prédio em que trabalhávamos estava em chamas.
Num primeiro momento pensei que fosse qualquer coisa, menos verdade...
Mas era.
Foi só ligar a TV e confirmar que estávamos todos em um pesadelo real. E minha cabeça deu um nó. Mas como?
Há poucos dias, a equipe trabalhou muito. Lembro que a gente só queria que chegasse logo o final da tarde, hora da festa, pra dar risada com os presentes & piadas de amigo-oculto, com a brincadeira toda de uma equipe enorme que trabalha demais e que adora uma festa.
Fui embora satisfeita porque cumpri minhas obrigações e com a certeza de que voltaria para reencontrar os amigos.
Na caminhada, acabei pegando um caminho diferente por conta de uma obra que estava sendo realizada nas costas do prédio... e que aumentou meu percurso, mas tudo bem, não estava chovendo mesmo!
Para trás, deixei a mesa organizada com meus papéis, agendas, horários, adesivos, bilhetinhos, miniaturas e saí contente porque ali fiz amigos que reencontraria no dia seguinte, pessoas que são a razão da minha alegria ao sair de casa pelo simples fato de encontrá-las logo mais, por mais chato e cansativo que seja o dia.
Mas no dia 27 foi tudo diferente. Quando cheguei, foi desolador.
Do carro eu falava sozinha que “não acreditava naquilo”.
Cones impedindo passagem, muita fumaça, pessoas olhando pro nada que se transformou o prédio.E aquela mesma obra que me fez mudar o caminho dias anteriores, atrapalhou enormemente o serviço dos bombeiros. Eles não conseguiam chegar mais perto do prédio e o fogo espalhou-se rapidamente.
Procurei pelos amigos pra saber se estavam bem, o celular não parava de tocar e minha cabeça estava um nó-cego agora.
Fomos espalhados para os locais mais próximos e o telefone nunca tocou tanto.
Chorei quando fui ver tudo de perto, engoli o choro a manhã inteira, fui embora mais cedo e à noite tive pesadelos horríveis daqueles que me obrigaram a dormir no quarto dos pais, de tão apavorada e nervosa que estava.
Meu choro reunia todo o ano de 2005, começando pelo que eu acabara de ver, pelas tristezas, pelas perdas e incompreensão que esse ano trouxe.Enfim, o mais importante é que estavam todos bem fisicamente, ninguém se machucou.
Mas nada foi normal e o choque ainda está passando.
Amigos que não trabalham mais comigo, ligaram pra saber se estava tudo OK, se precisávamos de algo, mandaram mensagem e aquilo fez um bem enorme, lembro do nome de cada um e agradeço.
No dia seguinte, voltei pra pegar algumas coisas no prédio; na verdade, levei comigo o que eu pude segurar e o que lembrei.
Escuro total, tudo quebrado, chão encharcado, lâmpadas estouradas, fumaça, muito pó e o pânico de estar num local condenado pela defesa civil.

Eu só queria sair... não consegui pegar tudo, mas não quero mais voltar ali, o que ficou por lá, ficou.
Hoje é que estou vendo as manchas roxas do tanto que bati perna, canela e braço em cadeira, mesa, computador e impressora.
Onde estou provisoriamente há um restaurante no 12o andar. E quem disse que quero subir? Eu e uma amiga [psicóloga, que bom!] caminhamos muito pra poder almoçar num térreo qualquer.
Estive e ainda estou sem rumo, mas passa.
E o que alivia é a volta pra casa.A certeza de que 2006 está na porta, limpando o pé no tapete pra poder entrar me alivia.
Feliz o que possa ser pra você e pra mim também.
Mesmo com tudo que aconteceu, olha o céu azul ali do lado... realmente, tudo passa.
Feliz você.
:*
Sábado, Dezembro 24, 2005
*hohohohohohohohohohohoho*
Falei, falei e esqueci de desejar a todos vocês um *Feliz Natal*, típico de filme da *Sessão da Tarde*, com direito a muitas luzes, cores e amores!
E como já deixei bem claro meu desprazer com *2005*, quero mesmo é que ele faça a curva e que *2006* esbarre de frente, ultrapassando todos os limites de felicidades, de saúde e de bem viver!
Beijos :***
Falei, falei e esqueci de desejar a todos vocês um *Feliz Natal*, típico de filme da *Sessão da Tarde*, com direito a muitas luzes, cores e amores!E como já deixei bem claro meu desprazer com *2005*, quero mesmo é que ele faça a curva e que *2006* esbarre de frente, ultrapassando todos os limites de felicidades, de saúde e de bem viver!
Beijos :***
Quinta-feira, Dezembro 22, 2005
* balanço 2005*
*e ele não caiu. ainda *
Aposto um post:
Não há, em toda a superfície terrestre, um ser humano que torça mais pelo final de 2005 do que a menina que vos fala.
Hãn, hãn, alguém aqui se habilita a dizer o contrário? Manifeste-se!
Eu? Eu digo que enjoei, abusei, desengoli e escrevo aqui um *that’s enough* como pedido, como súplica, como esperança que se renova: acaba... por favor... acaba...
Tudo bem, na lógica a diferença é mínima: o dois-mil-e-seis chega de um sábado para um domingo.
Tudo bem, na segunda, ao acordar, ops, lá estará ele, o dois-mil-e-seis, de banho tomado, chá e torradas com mel, ao seu lado, velando seu sono, dando o beijo da manhã e trazendo o jornal.
Nada como o lúdico para se aguardar o bem, a novidade, o melhor.
E eu? Só posso dizer que foi assim:
+ Algumas desilusões, algumas alegrias, coisa [des]equilibrada.
+ Grandes amizades e outras nem-tanto-assim, na base dos fixos e descartáveis.
+ Descobertas ótimas, segredos a guardar, daqueles que não se pode contar, mas que se morde o lábio para dividir.
+ Risadas e lágrimas, das alegrias e tristezas, que vêm e que vão.
+ Encontros e despedidas [sim, na voz de Maria Rita]
+ Medos e cara a tapa, superando expectativas e enchendo a mim mesma de orgulho por ter conseguido coisas e coisas *by myself*.
E este foi o ano em que mais me surpreendi comigo mesma.
Ok, 1 ponto para dois-mil-e-cinco.
Eu disse o que eu queria dizer;
Pedi o que eu queria ganhar;
Fiz o que quis;
Falei *não*;
Disse *sim*;
Esperei o outro se manifestar;
Pedi desculpas;
E concluí que têm pessoas que não merecem mesmo nosso esforço e outras tantas a quem damos um longo e sincero abraço e queremos ter sempre por perto.
A topeirice do Weblogger [mooooooooooorra!] me fez atrasar desabafos, histórias mirabolantes e passagens medonhas. Mas agora, encostada no poder e de braços dados com a tecnologia, sei bem que posso confiar no Mr. Spot, Blogspot... [I hope so!]
Guerreira, a *abiga* Márcia, não conseguiu comentar no antigo Toda Menina maaaas, incansável, me entregou em mãos, papel e letra impressa o que achou do ex-cafofo.
Eu posso com isso?
Mas é ca-la-ro que posso!
Valeu, gaaata, a psicóloga mais surtada que já vi na vida [Isso arruinaria sua carreira? I don't think so, baby! Merchandising, honey!].
Na seção *The Best Of*, virei parente muito próxima do *Noel* e ganhei um afilhado de 5 aninhos - o Marcos Vinícios - não o conheci, infelizmente - mas foi para quem mais demorei a escolher o presente mais lindo e com todo o carinho que cabe em mim.
Com os amigos, ajudei instituição de caridade, o que me alegra demais. Saber que o que tenho não é muito, mas o que posso doar é suficiente para alguém, faz bem. Deixa a gente com a sensação de leveza e deve ser repetida sempre e sempre.
Ganhei meu exemplar autografado-dá-licença, da abiga Pilar que é uma boneca linda, ops, bonita!
E feliz, exorcizei fantasmas num show maravilhoso, cheio de cores e com os amigos mais queridos!
Pense em um ser no meio da multidão, driblando cabeças enormes e ombros largos só pra poder ouvir-ver-cantar *Mais uma vez*?
Essa era eu, em terceira dimensão e num zoom super-extra-hiper-mega-plus.
Fiz dueto com o Jota Quest até ficar rouca e com voz completamente *zenzual*, enchi o pé de bolha, saí parecendo a *Globeleza* de tanto papel laminado grudado no cabelo / roupa e fiz careta pra foto com os amigos mais loucos que atendem pelos nomes de Carlos Ernesto, Luana, Márcia, Mônica, Miguel, Patrízia e Saulo, além de tantos outros que encontrei multidão adentro, entre beijos e abraços!
Flagra mesmo demos num sujeito que inventou de fazer seu *pipi-house* justamente na pobre árvore que se alojava à nossa frente.
O despachado rapaz foi surpreendido por um flash de luz e faróis rápidos e precisos!
Não, a gente não presta.
E o 2006 está ensaiado, pode vir.
*e ele não caiu. ainda *
Aposto um post:
Não há, em toda a superfície terrestre, um ser humano que torça mais pelo final de 2005 do que a menina que vos fala.
Hãn, hãn, alguém aqui se habilita a dizer o contrário? Manifeste-se!
Eu? Eu digo que enjoei, abusei, desengoli e escrevo aqui um *that’s enough* como pedido, como súplica, como esperança que se renova: acaba... por favor... acaba...
Tudo bem, na lógica a diferença é mínima: o dois-mil-e-seis chega de um sábado para um domingo.
Tudo bem, na segunda, ao acordar, ops, lá estará ele, o dois-mil-e-seis, de banho tomado, chá e torradas com mel, ao seu lado, velando seu sono, dando o beijo da manhã e trazendo o jornal.
Nada como o lúdico para se aguardar o bem, a novidade, o melhor.
E eu? Só posso dizer que foi assim:
+ Algumas desilusões, algumas alegrias, coisa [des]equilibrada.
+ Grandes amizades e outras nem-tanto-assim, na base dos fixos e descartáveis.
+ Descobertas ótimas, segredos a guardar, daqueles que não se pode contar, mas que se morde o lábio para dividir.
+ Risadas e lágrimas, das alegrias e tristezas, que vêm e que vão.
+ Encontros e despedidas [sim, na voz de Maria Rita]
+ Medos e cara a tapa, superando expectativas e enchendo a mim mesma de orgulho por ter conseguido coisas e coisas *by myself*.
E este foi o ano em que mais me surpreendi comigo mesma.
Ok, 1 ponto para dois-mil-e-cinco.
Eu disse o que eu queria dizer;
Pedi o que eu queria ganhar;
Fiz o que quis;
Falei *não*;
Disse *sim*;
Esperei o outro se manifestar;
Pedi desculpas;
E concluí que têm pessoas que não merecem mesmo nosso esforço e outras tantas a quem damos um longo e sincero abraço e queremos ter sempre por perto.
A topeirice do Weblogger [mooooooooooorra!] me fez atrasar desabafos, histórias mirabolantes e passagens medonhas. Mas agora, encostada no poder e de braços dados com a tecnologia, sei bem que posso confiar no Mr. Spot, Blogspot... [I hope so!]
Guerreira, a *abiga* Márcia, não conseguiu comentar no antigo Toda Menina maaaas, incansável, me entregou em mãos, papel e letra impressa o que achou do ex-cafofo.
Eu posso com isso?
Mas é ca-la-ro que posso!
Valeu, gaaata, a psicóloga mais surtada que já vi na vida [Isso arruinaria sua carreira? I don't think so, baby! Merchandising, honey!].
Na seção *The Best Of*, virei parente muito próxima do *Noel* e ganhei um afilhado de 5 aninhos - o Marcos Vinícios - não o conheci, infelizmente - mas foi para quem mais demorei a escolher o presente mais lindo e com todo o carinho que cabe em mim.
Com os amigos, ajudei instituição de caridade, o que me alegra demais. Saber que o que tenho não é muito, mas o que posso doar é suficiente para alguém, faz bem. Deixa a gente com a sensação de leveza e deve ser repetida sempre e sempre.
Ganhei meu exemplar autografado-dá-licença, da abiga Pilar que é uma boneca linda, ops, bonita!
E feliz, exorcizei fantasmas num show maravilhoso, cheio de cores e com os amigos mais queridos!
Pense em um ser no meio da multidão, driblando cabeças enormes e ombros largos só pra poder ouvir-ver-cantar *Mais uma vez*?
Essa era eu, em terceira dimensão e num zoom super-extra-hiper-mega-plus.
Fiz dueto com o Jota Quest até ficar rouca e com voz completamente *zenzual*, enchi o pé de bolha, saí parecendo a *Globeleza* de tanto papel laminado grudado no cabelo / roupa e fiz careta pra foto com os amigos mais loucos que atendem pelos nomes de Carlos Ernesto, Luana, Márcia, Mônica, Miguel, Patrízia e Saulo, além de tantos outros que encontrei multidão adentro, entre beijos e abraços!
E se alguém *porraí* disser que viu três loucas fazendo pose pra foto dentro do carro enquanto o engarrafamento não fluía, dizemos que é intriga da oposição [aqueles que ficaram de fora, sabe como é... rola o *olho graaaande*].
Flagra mesmo demos num sujeito que inventou de fazer seu *pipi-house* justamente na pobre árvore que se alojava à nossa frente.
O despachado rapaz foi surpreendido por um flash de luz e faróis rápidos e precisos!
Não, a gente não presta.
E o 2006 está ensaiado, pode vir.
Terça-feira, Dezembro 20, 2005
Quarta-feira, Dezembro 14, 2005
* ô de casa! *
Primeiro, Web Bob(o) saiu para comprar donuts, largando mulher e leitores por um tempo looooongo e nebuloso.
Mas ele voltou.
E voltou estranho como ele só [ e somente só ].
Cheio de limitações, não deixava a *patroa* aqui se comunicar e, muito menos, trocar receita de bolo com os vizinhos.
O que fiz???
Ah, eu entrei com a ordem de despejo.
Dele, é claro.
Fiquei com a geladeira, a televisão, com o microondas e o cabo para acesso à internet.
E o melhor de tudo: de casa nova!!!
* hohohohohohohohohohohohohohohohohohohohohohoho *
E foi com a ajuda da amiga e vizinha Lu, que Web Bob(o) saiu de minha *omildíssima* vida... Porque já basta Murphy me paquerando ao longe e eu batendo de ombros!
E eu digo e repito: se não fosse Dona Lu, o cafofo não estaria devidamente decorado.
É de olhar e dar gosto!
* * * * *
Sim, pessoas, eu voltei. :D
E neste loooooongo espaço de tempo, acumulei váááááárias coisas para contar, mas acabei esquecendo dos detalhes. :(
Pudera, subtraída de blog e correndo mais do que o Coelho amigo de Alice [Sim, vocês lembram... aquela que vive no País das Maravilhas!].
E mesmo correndo mais do que o pequeno roedor, acabei perdendo o lançamento do livro da minha abigoooona Pilar, a BU.
Primeiro, Web Bob(o) saiu para comprar donuts, largando mulher e leitores por um tempo looooongo e nebuloso.
Mas ele voltou.
E voltou estranho como ele só [ e somente só ].
Cheio de limitações, não deixava a *patroa* aqui se comunicar e, muito menos, trocar receita de bolo com os vizinhos.
O que fiz???
Ah, eu entrei com a ordem de despejo.
Dele, é claro.
Fiquei com a geladeira, a televisão, com o microondas e o cabo para acesso à internet.
E o melhor de tudo: de casa nova!!!
* hohohohohohohohohohohohohohohohohohohohohohoho *
E foi com a ajuda da amiga e vizinha Lu, que Web Bob(o) saiu de minha *omildíssima* vida... Porque já basta Murphy me paquerando ao longe e eu batendo de ombros!
E eu digo e repito: se não fosse Dona Lu, o cafofo não estaria devidamente decorado.
É de olhar e dar gosto!
* * * * *
Sim, pessoas, eu voltei. :D
E neste loooooongo espaço de tempo, acumulei váááááárias coisas para contar, mas acabei esquecendo dos detalhes. :(
Pudera, subtraída de blog e correndo mais do que o Coelho amigo de Alice [Sim, vocês lembram... aquela que vive no País das Maravilhas!].
E mesmo correndo mais do que o pequeno roedor, acabei perdendo o lançamento do livro da minha abigoooona Pilar, a BU.

E a pin-up do dia chama-se *Boneca Bonita*, primeiro trabalho publicado da Pi.
A única certeza que tenho é de que quero-assim-como-eu-quero meu exemplar autografado e sorriso pra foto, igual em nosso encontro com Luis Fernando Veríssimo [devidamente documentado no *antiguíssimo* blog, sendo mais precisa, dia 01.09.2005].
Se você quiser, se o Weblogger deixar e se sua paciência prevalecer, você poderá consultar/relembrar os doces momentos passados ao lado de meu autor predileto.
E depois dele, vem a Pilar, ca-la-ro-!!
A única certeza que tenho é de que quero-assim-como-eu-quero meu exemplar autografado e sorriso pra foto, igual em nosso encontro com Luis Fernando Veríssimo [devidamente documentado no *antiguíssimo* blog, sendo mais precisa, dia 01.09.2005].
Se você quiser, se o Weblogger deixar e se sua paciência prevalecer, você poderá consultar/relembrar os doces momentos passados ao lado de meu autor predileto.
E depois dele, vem a Pilar, ca-la-ro-!!






