Controlamos nossas tristezas da forma que nos é conveniente.
O sentimento de perda é insustentável, inexplicável, pessoal.
Não medimos a dor e cada um reage a ela mesmo sem saber que daquela forma reagiria: quem se diz fraco, torna-se forte e quem se vê forte, entrega-se ao choro, antes contido.
E o impacto que ontem comentei, hoje se fez real.
Perdemos todos.
A perda irreparável foi de uma prima que pra mim sempre foi tia.
Que pelo seu poder de palavra, de ordem e de justiça, muito me fez admirá-la.
E cresci assim, chamando a prima de tia, que nem um pouco se mostrava incomodada com a responsabilidade que aquela menina danada lhe dava.
A prima Teresa Cristina pra mim é a *Tia Mana*, sinal de respeito. E ponto.
E ao longo da vida, dela levei broncas por ser deveras peralta, ouvi conselhos caminhando na beira da praia durante as férias, confidenciei algumas tristezas, sonhos, alegrias e a tranqüilizei quando isso pude fazer em minhas atitudes e palavras.
O mais impressionante é que, são em momentos como este, que o filme na mente faz voltar lembranças de coisas que pareciam ter sido meramente pequenas, porque era dia-a-dia, coisas simples, mas que, de uma forma ou de outra, ficaram marcadas.
Sua força, respeito e lealdade permanecem.
Dizem os sábios que os mais novos devem herdar de seus familiares as qualidades, jeitos e trejeitos, e a *Maninha* deu à família três outras primas: Érika [a quem entreguei o trono de caçula-da-época], Taynara e Carol.
E no meio delas e logo depois, a família cresceu.
Tais qualidades, defeitos, manias e sonhos estão dentro de nós que herdamos e acompanhamos os exemplos antes assistidos.
As atitudes, os gestos, as palavras.
Quando falo em força, refiro-me a dor que sentimos pela perda de uma pessoa tão querida, mas também ao amor e exemplo que ela deixou pra nós e que nos faz ficar de pé e levar a vida como deve ser vivida.
E isso ninguém tira.
Mesmo estando em lágrimas, como assim estive por todo o dia, vejo-me recompensada por fazer parte do que chamo de família e não poderia deixar de aqui registrar o que sinto na minha *válvula de escape*, que não vive somente de alegrias e sorrisos porque toda menina também chora.
O sentimento de perda é insustentável, inexplicável, pessoal.
Não medimos a dor e cada um reage a ela mesmo sem saber que daquela forma reagiria: quem se diz fraco, torna-se forte e quem se vê forte, entrega-se ao choro, antes contido.
E o impacto que ontem comentei, hoje se fez real.
Perdemos todos.
A perda irreparável foi de uma prima que pra mim sempre foi tia.
Que pelo seu poder de palavra, de ordem e de justiça, muito me fez admirá-la.
E cresci assim, chamando a prima de tia, que nem um pouco se mostrava incomodada com a responsabilidade que aquela menina danada lhe dava.
A prima Teresa Cristina pra mim é a *Tia Mana*, sinal de respeito. E ponto.
E ao longo da vida, dela levei broncas por ser deveras peralta, ouvi conselhos caminhando na beira da praia durante as férias, confidenciei algumas tristezas, sonhos, alegrias e a tranqüilizei quando isso pude fazer em minhas atitudes e palavras.
O mais impressionante é que, são em momentos como este, que o filme na mente faz voltar lembranças de coisas que pareciam ter sido meramente pequenas, porque era dia-a-dia, coisas simples, mas que, de uma forma ou de outra, ficaram marcadas.
Sua força, respeito e lealdade permanecem.
Dizem os sábios que os mais novos devem herdar de seus familiares as qualidades, jeitos e trejeitos, e a *Maninha* deu à família três outras primas: Érika [a quem entreguei o trono de caçula-da-época], Taynara e Carol.
E no meio delas e logo depois, a família cresceu.
Tais qualidades, defeitos, manias e sonhos estão dentro de nós que herdamos e acompanhamos os exemplos antes assistidos.
As atitudes, os gestos, as palavras.
Quando falo em força, refiro-me a dor que sentimos pela perda de uma pessoa tão querida, mas também ao amor e exemplo que ela deixou pra nós e que nos faz ficar de pé e levar a vida como deve ser vivida.
E isso ninguém tira.
Mesmo estando em lágrimas, como assim estive por todo o dia, vejo-me recompensada por fazer parte do que chamo de família e não poderia deixar de aqui registrar o que sinto na minha *válvula de escape*, que não vive somente de alegrias e sorrisos porque toda menina também chora.
Obrigada, prima, tia e *mana*.












