::gil elvgren::

Segunda-feira, Abril 24, 2006

E lá se foi o feriado cruzando a esquina...
Passou, mas disse a que veio.
E prometeu voltar...
O que me fez acordar disposta, relativamente feliz, combinar facilmente o preto com rosa, desviar do carro leeeeeeento que atrapalhava o trânsito, atravessar boa parte da cidade cantarolando com meu ruivo *nando* preferido *reis*, avistar uma vaga estrategicamente livre, dar o famoso *bom-dia-tudo-bem-como-vai* para todas as *sbroubles* pessoas que por mim passaram, trabalhar, trabalhar & trabalhar, almoçar gargalhando das nossas histórias de vida nem tão privadas assim, trabalhar, trabalhar & trabalhar novamente, terminando o dia quase convicta de que hoje já é sexta-feira e de que eu cansei o equivalente a uma se-caso-realmente-fosse.
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E vem o velho hábito de arrancar folhinhas de calendário... de dormir mais cedo para acordar disposta, de combinar o velho jeans com qualquer coisa, de desviar de mais outro carro leeeeeeeeeento, de atravessar boa parte da cidade cantarolando com meu inglês *james* preferido *blunt*, de avistar a home-sweet-home, de ouvir o famoso *oi-tudo-bem-como-foi-seu-dia*, descansar, descansar, descansar e finalizar a noite quase convicta de que amanhã será sábado e que se-caso-realmente-não-seja... é porque ainda é terça-feira, Marimar...

Sexta-feira, Abril 21, 2006

Depois de longas reuniões com o grupo de acionistas, chegamos a um consenso favorável: a diretoria da Associação Atlética da Enxaqueca ampliará horizontes. A partir de agora será devidamente administrada pelas sócias fundadoras e não mais só-somente-só pela *menina-que-vos-fala-mor*.
E juntamente com as amigas & irmãs Ana e Paula, os negócios tendem a tomar um rumo certo: extinguir da superfície terrestre a danada da enxaqueca.
Dias sem dores constantes, sem visão turva ou enjôos vitalícios.
Grande missão, hein, Panteras?
[ link com *musguinha*-tema! ]

E nos raros momentos *Júlia-Assunção-com-traje-esporte-fino*, venho especializando-me na arte do sono.
Profundamente e literalmente falando.
A cada feriado, Morpheu convida Marilyn para um badalo e ela vai de pijamão mesmo.
Sabendo que no dia seguinte não precisará acordar cedo, cobrir-se de rímel, delineador e gloss, ela aproveita e cobre-se com o lençol por longas horas.
Empreendedora como ela só, em breve fundará um novo grupo: Associação Atlética da Cessação Temporária das Atividades Corporais e do Movimento Voluntário.
E que a Mosca Tsé-Tsé vá longo pensando numa campanha original para tornar-se a concorrente principal, uma coisa meio Sandy & *Uanessa* ou Britney & Christina.
*hohohohohohohohohohohohohohohohoho*

Hoje é aniversário da primoca Érika, a quem desejo todo o amor que houver nesta vida, toda a saúde possível e todo o sucesso merecido!
Brasília também completa mais um ano.
A Capital chega aos 46 anos com corpinho de... 50.
Caso não se cuide, a jovem senhora precisará de botox e mega-hair muito mais cedo do que imagina.
Não culpo somente o governo pela desordem geral, mas, se colocarmos toda a problemática na balança, veremos que o povo é sempre o mais prejudicado.
Mesmo e, principalmente, sendo ele quem paga o salário de um bando de zé-mané-analfabeto [ e ladrão ] que se diz presidente, ministro, senador, governador, prefeito, deputado, o escambau.
Brasília não merece o governo que tem.
Muito menos o Brasil.
Aqui parece terra de ninguém onde se constrói trocentos viadutos e restaurantes populares que são mostrados no intervalo de sua novela favorita, registrando o momento fictício de uma família supostamente feliz almoçando arroz-feijão-carnes-legumes por apenas um real.
Comove.
Onde os interesses são maiores quando se é dono de uma emissora de TV local e, a partir disso, o uso indiscriminado e diário de pessoas comuns passa a ser chanchada, tudo na busca constante de simpatia e voto, não é mesmo “senador”?
Do mais humilde morador de Brasília até a *tiazona-gagá-cocota-socialite*, ele entrevista.
Sem a menor postura ou futuro como apresentador, mas com muita cara de pau... o aspirante a Sílvio Santos assim age no intuito de garantir uma vaga mais à frente.
Pobre Juscelino... mal pôde escolher os parentes...
Em ano de eleição me vejo no papel ridículo daqueles que sobem ao muro para não se envolver com tanta sujeira.
Meu desejo é o voto nulo. Não quero mais ter remorso e, muito menos, vergonha como agora tenho.
Sei que pode parecer egoísta da minha parte, mas meu alívio em não votar em mais um zé-mané [ são sempre os mesmos ], prevalecerá.
Sempre tentamos escolher no lixo o *menos pior*, o mais sincero e votamos na intenção de melhoria... mas no final da história, a democracia e o respeito são conjuntamente esquecidos.
Os políticos são caricatos, meu!
Falou em voto, ele beija solo, carrega no colo.
As fotos e os vídeos registram a interação com crianças catarrentas, sopão com populações carentes, fortes apertos de mãos e distribuição de sorrisos amarelos.
Depois de eleito, o bicho tranca-se num carrão de vidro fumê e sai mandando o motorista cortar o trânsito, passando por cima de leis e desrespeitando aqueles que lhe pagam o *croissant-de-todo-o-dia*.
O que me faz gargalhar é a lembrança de ter dito para o então presidente Mula, antes mesmo da eleição, o que muitos já devem ter feito também.
Viajei no mesmo avião que aquela criatura grotesca.
Ele? Caricato. Apertava mãos, dava sorrisos. Até que alguém comentou como ele era “simpático” e eu não me contive e disse:
- Não seja boba! É tudo articulado! Ele faz isso porque sabe que, no dia da votação, você vai se lembrar do aperto de mão e votar nele...
E ele me olhou e eu cinicamente sorri.
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Maaaaaaaaas, como é aniversário de Brasília, já homenageada por Vinícius de Moraes, Tom Jobim e outros tantos, escolho Clarice Lispector e sua lucidez para falar por mim.
Vai lá, Clarice!
Sobe no palco e arrasa no *happy bithdaaaaaaaay, tooooooo yoooooooou*:

" Brasília é uma cidade abstrata. E não há como concretizá-la. É uma cidade redonda e sem esquinas. Também não tem botequim para a gente tomar um cafezinho. É verdade, juro que não vi esquinas. Em Brasília não existe cotidiano. A catedral pede a Deus. São duas mãos abertas para receber. Mas Niemeyer é um irônico: ele ironizou a vida. Ela é sagrada. Brasília é uma piada estritamente perfeita e sem erros. (...) Brasília é um futuro que aconteceu no passado "
"Brasília: Esplendor", de Clarice Lispector, em crônica para o Jornal do Brasil, nos anos 70.

Terça-feira, Abril 18, 2006

Alguém viu um Feriado passando por aqui?
Ouvi dizer que ele comprou o jornal, dobrou a esquina e seguiu.
Caminhando em linha reta, pisando firme, chutando de volta pra criançada a bola que em seu caminho cruzou.
Mas nem olhou pra trás, deixando a menina ali, inerte.
Ela que tentava enxergar a legenda do ônibus, na dúvida entre qual linha embarcar e/ou se embarcar seria mesmo a solução...

Segunda-feira-pós-feriado-prolongado-de-páscoa.
- Prolongado pra quem?
Deixe-me ver...
Na quinta, a pequena Marilyn seguiu rumo ao trabalho.
Ela e meia dúzia de pessoas.
Feliz ela não estava, mas foi, sem esmurrar o travesseiro.
Em Brasília... o silêêêêncio.
Chegou, deu sorriso, *bom-dia-tudo-bem-como-vai*, mas lá estava e feliz... nem um pouco.
Almoçou maaaaaaaaaal, dando preferência ao que de *menos pior* o restaurante ruim [ lembra? ] oferecia.
Quase *desengoliu*.
Voltou pra casa conversando com o *estrombo*: ela perguntava, ele respondia...
"... Get back, get back, get back to where you once belonged …" eles cantavam Beatles.
E bordadinho igual pano de prato, veio a sexta-feira, o sábado, o domingo e, fatidicamente, a segunda-feira.

Sim, querido diário, estou cansada. Mui cansada. Muitíssimo. E ainda é segunda.
Parece que trabalhei por trinta horas seguidas, com pausa de meia hora para o almoço [ ruim ] e sem intervalo para conversas paralelas com o colega da mesa ao lado, sem idas ao banheiro para retocar o delineador ou muito menos, sem tempo para olhadelas na janela de céu nublado e ameaçador.
Sim, choveu. Justamente quando eu precisava sair.
Livrei-me de elevador lotado porque o moço perguntou:
- Cadê o crachá?
E na bolsa cheia de fru-frus, eu tudo encontrava, menos ele.
Na pressa, corri para a escada.
Atravessei calçadas desiguais num salto que desfavorecia a coluna, desviei de matérias fecais expelidas *o-dono-sabe-quando* e cheguei do outro lado do arco íris sem ainda ver o porte de ouro.
E no caminho de tudo, aconteceu o que de mais nojento eu nojento acho ser: molhar o dedão do pé naquela água imunda que você não sabe de onde vem, mas que sempre cruza seu caminho nos dias de chuva e bueiros entupidos.
Se fui pra casa passar creolina no pé?
Não, segui rumo a uma reunião, daquelas sacais e em tom de despedida pelos *sbroubles* anos de X dedicados à logomarca Y.
Olhos marejados?
Tá, minha mão no queixo refletia o misto de cansaço & tédio.
E entre águas de origem duvidosa, engarrafamentos homéricos e fila para pegar o pão quentinho, eis que chego em casa e deparo-me com uma cesta linda, lotada de chocolates dos mais achocolatados possíveis!
Sou uma pessoa de sorte!

E quando digo que gosto de TV, "mas só um pouquinho assim", ainda duvidam, mas eu me divirto com as pérolas que mereciam ostras!
Controle remoto nas mãos de Marilyn sempre captam programas remotos.
Portanto, pense numa pessoa que chorou de rir com o tal de *Ídolos*, do SBT.
Jesus-Maria-José, por diversas vezes [ na maioria, por assim dizer ], eu tive vergonha do que ouvia / via / escondia.
E as lágrimas rolavam, os olhos ficavam pequenos-enos e os abdominais eram economizados.
Desculpe, Sílvio, mas é vexatório!

Por outro laaaaaado, James Blunt vai comigo para onde eu for.
Na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapêêêêê!!!
E de-repente-não-mais-que-de-repente, estou eu atingindo o Nirvana ao lado de James, quando chega o pai e pede pra eu fazer um CD com as músicas que ele julga as mais legais das legais.
Na lista?
James, of course, Sir!
Dando uma geral no set list, qual não foi a surpresa ao deparar-me com uma das "sonoridades" escolhidas:
Britney Spears!
Britney, bege eu fiquei!
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E o que não é a vida, hum?
Dias e noites intercalados por sóis, estrelas e sextas que logo chegarão!

Quarta-feira, Abril 12, 2006

Passar mais de três dias com hemicrania?
Não tem preço!
Nem com Credicard.
E muito menos com Dipirona, analgésico e antitérmico, que já foi amigo de guerra, mas que tem perdido a batalha contra a dor.
- Dor?
Sim, hemicrania do Lat. emicraniu - hemikrania, dor na metade do crânio.
- Quê?
Designação genérica das cefalalgias hemilaterais.
Ok, não precisa ficar acanhada (o) se não entendeu, eu facilito:
- Enxaqueca.
Ontem eu dormi por exatamente 13 horas seguidas, boiando no remédio, esperando acordar linda, loura e sem nenhum vestígio da dor.
Ledo engano.
Mal consigo explicar como cheguei, por onde passei e com quem conversei no dia de hoje.
Dor latejante, causando pancadas isoladas de sobriedade em momentos vagos. Aversão à claridade, sendo bastante elevada a possibilidade de se lançar pela boca o conteúdo gástrico.
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De bom mesmo, os amigos!
E para passar uma enxaqueca, nada melhor do que... chocolates!
Isso mesmo!
Já que a Páscoa está na esquina, a amiga Márcia *Jolie* levou chocos para a menina... e eu vou é me jogar no cacau!
O mais fofo do dia foi o presente super caprichado que a linda Ariel, filha da Marcinha, fez pra mim!

Oooooooooohhhhhhhhhhhh, a Tia Marília adorou!
Beijoca!
E boa Páscoa pra toooooodos!

Segunda-feira, Abril 10, 2006


O bom do domingo é que pude ir a praia.
Nem precisei pegar a BR para alcançar o mar.
Na idealização rápida de quem não tem litoral por perto, seguir em direção ao mar é lotar a tradicional Caravan com a família e os amigos, levar a farofa, as bóias para proteger as crianças, as famosas cadeirinhas dobráveis, tooooodo mundo besuntado de protetor solar, chapelão e cantarolando a música do momento que encurta o caminho.
Como eu fui?
Fui de pijama.
Pois é, e daqui da Capital mesmo.
Sonhei a madrugada inteira que tinha ido a praia, coisa que não faço há... vamos ver... uns quatro anos.
Logo eu que tanto adoro!
Ah, fazer o contorno da praia numa caminhada despretensiosa, esquecer o chinelo debaixo da mesa da barraca, sair sem destino, contar as ondas que vão e vêm, fazer desenho na areia com as mãos, jogar vôlei mesmo sem saber regra, sem levar bronca do técnico e ainda dar risada... comprar aquelas *bijoux* que eu adoro, de sementes e cordinhas, tudo artesanal... huuuuum, comer caranguejo e, o melhor (!), achar *dinheiros* que vêm nas ondas!!
Viva Iemanjá a quem muito respeito!
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A diferença é que acordei sem marquinha.
*Druga*
Para variar, um domingo sem nada de excepcional.
Tirando os chocolates que ganhei e que, oooops, ao deliciar-me, engasguei quando vi que terá estréia de Colin no cinema!
E eu já vou escolhendo o modelito do vestido para pisar o tapetão vermelho, abalando a sala do cinema em chamas, tudo para ver o futuro pai de meus filhos em ação, orgulho da família!
Abstraiam, por favor.
Ou não.
*hahahahahahahahahahaha*
O resumo do final de semana é que não consegui assistir a pilha de DVDs que muito me esperam, também não tive tempo de ir a academia que pretendo freqüentar [ e nem coragem, pois imagino o preço... salgado como o azul do mar ] e também sinto que estou mais tranqüila em relação as neuras que teimam andar em círculos.
Estou dando tempo ao tempo, juntando os cacos, montando o quebra-cabeça.
E falando em tempo, ando completamente sem para abrir exceção na agenda para os chatos de plantão.
Ok, não me excluo da classe, já que todo mundo - ou chato foi, ou chato será - maaaaaaaaas tem cada figura que aparece e que me faz gargalhar até dar uma dor!
[ Descrevi a situação, mas preferi nem expor porque não vale a pena dar crédito pra quem se julga a última bolacha do pacote.
E dama que é dama não desce do salto, mesmo quando a bolacha Trakinas bloqueia página de recados, contradizendo toda a idéia de censura... falo isso porque a bolacha-em-questão diz ser do ramo da escrita.
Fraquiiiiiiiiiiinha demais.
Faz-me rir... ah, e faz outro favor?
Exclui também o *Toda Menina* do seu... como assim dizer, *bloguxo*... porque de *miguxos* eu corro em direção contrária ].
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Já a outra situação que me fez transcender de tanto rir foi o *quase-ofício* que recebi dia desses.
Quem me conhece sabe: se um dia eu fui uma pessoa formal, eu deveria ter cinco anos de idade.
Aaaaaffffffff, a classe dos forçadores-de-amizade.
Incansáveis.
É melhor parar *porraqui*.
Dar nome aos bois é deveras complicado e cansativo.
...
Compreender os escorpianos também.
E tenho dito.
Boa semana pra quem é *de boa*... parafraseando o nick que a amiga Boo [ recém-ex-dodói ], um dia usou nos "chatos" da vida, digo, nos chats!
Que trocadilho infame!

Quinta-feira, Abril 06, 2006

* idas, voltas, percalços, percursos *
Imprevisível sim e com um pé na maldita rotina que tem permeado os dias.
E se há uma coisa no mundo que me cansa mais do que abdominal, é a chamada * prática constante * :
O velho "hábito de fazer as mesmas coisas ou sempre da mesma maneira".
Além disso, eu poderia também enumerar os outros tipos de cansaço crônico que esporadicamente me atacam, como:
* a pose artificial de Sandy - a irmã de Júnior, filha de Chitão-e-Xororó e aspirante a cantora lírica [ para o meu desespero ];
* a má postura do então Presidente da República - que me envergonha em todos os sentidos, países e Capital. A cada dia que passa, Luis Inácio fica mais parecido com o Gepeto [ com uma queda vertiginosa de personalidade para o Pinóquio, claro ];
* ouvir conversa de elevador [lotado];
* esperar o leite ferver [com o bucho encostado no fogão];
* entre outras.
E eu já acordo prometendo a mim mesma dormir mais cedo para compensar o cansaço do dia anterior; preparo o mantra da paciência e lanço-me ao mar, digo, ao engarrafamento matinal que dá mais sustância do que vitamina de banana, mamão, laranja & cereais.

E do alto de toda a minha *ómilde* sapiência automobilística, chego a conclusão de que Brasília não foi projetada para tantos carros, Juscelino.
Pesquisa baseada em quê, menina?
Em motorista que não dá passagem a uma dama [ atrasada ], ônibus que não enxerga o pequeno possante conduzido pela mesma dama-guerreira, motoqueiros a jato e, o pior de tudo, quando é necessário parar porque tudo realmente parou.
E quando tudo pára, é sinal de cãibra que insiste em renovar-se no dedão do pé, graças ao bom tempo segurando a embreagem; surgem então os espirros, graças ao cheiro de combustível dos trocentos caminhões em fila reta e, o agravante-mor, é a certeza de que existe um Ogro no carro ao lado esperando a Princesa Fiona olhar em sua direção para o mesmo lançar o temido sorriso conquistador...
Esperta como ela só, Fiona faz cara de paisagem, disfarça-se de planta e abstrai, sentindo saudade de Murphy e agradecendo a miopia que a faz tão feliz nesses momentos.
E eu lá joguei xadrez na tábua dos dez mandamentos, Moisés?
Hunf!
Entre o chegar, trabalhar e sair para almoçar, a fábula da formiguinha.

Na sorte, desisto do restaurante ruim e sigo para o desconhecido. Ambiente melhor, nenhum ogro ao redor, mas comidinha fraca-fraca.
E enquanto *Seu Elevador* não vem, pela janela vejo que estou tête-à-tête com o prédio em que antes exercia funções não menos chatas, mas que após o incêndio de dezembro, virou ponto de referência e de reforma [ o que muito me assusta ].

Detalhe para o céu formando chuva, muita chuva, daquelas que caem quando você vai embora.
Elevador lotado, pouco ar, toca o *celulite*. Na linha, a amiga Pilar convidando para uma aventura gastronômica no restaurante ruim. Convite irrecusável para ouvir histórias e gargalhar com a Bu.
Energia quase refeita e as coisas se repetem.
Chegar e trabalhar, o conto da fábrica de pizza e seus excelentes funcionários.
A diferença é o voltar pra casa.
Happy ending day.
Quer um videoclipe tipicamente *rotina*?
Aumenta o som e abra os olhos para "My Friend", do Groove Armada.
Fiel retrato do dia a dia.
Observação que na verdade é dica... ao clicar no link do vídeo, provavelmente dará a mensagem de que "a página não pode ser exibida".
O que você faz?
Clica em *Atualizar* na barra acima (ou usa as teclas CTRL + R) e espera que o vídeo começa, ok!
Outra dica é pra ver o vídeo numa janela maior... dá para desmembrá-lo, clicando em "desativar player", ao lado de "Opções de Mídia".
Ufa!

Segunda-feira, Abril 03, 2006

* fechado para sacolejo *

Pensei por mais de meia hora e não saiu um caldinho sequer.
Sopa de letrinhas sem massa, sem sal.
Repensei:
Ritmo frenético.
Impulsos.
Exageros.
Mínimos.
Poucos.
Coincidências.
Valores.
E considerações.
Uma palavra que liga a outra e que se encaixa fazendo o mosaico.
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A exata sensação de querer mudar tudo.
E alguns.
Vou dar um tempo no TM e assim que a vontade bater à porta, eu volto.
Pode ser amanhã ou daqui há um mês.
Sou imprevisível, sim.

[ pensei em mil coisas pra colocar neste espaço... acabei abstraindo já que não vale a pena se desgastar ou gastar... mesmo o TM sendo uma *válvula de escape*, mesmo pouquíssimos amigos passando por aqui e mesmo eu não fazendo questão de que gostem ou não do que estão lendo, dei um double click no froda-se e deixei pra lá ]

To be continued...

Sábado, Abril 01, 2006

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Alguém, por favor, habilite-se a fazer com que Galvão Bueno pare a narração de ' como está sendo ' ou de ' como será' a estadia do carinha que foi ao espaço e que, muito em breve, voltará para contar como foi ficar parecendo sardinha em lata.
Pelaaaaaamooooooooooooor!
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Ok, foi um desabafo, pode continuar a leitura do texto-abaixo-em-questão.
Não pude conter a ousadia, foi mais forte.
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