E hoje tanto conversei que a voz falhou. Papo ao telefone com *mamis-SP* bem merece patrocínio de alguma fábrica de pastilhas de menta e a invenção da pílula da saudade.
Haja confabulação, haja maxilar, haja tanto.
Para não dizer que não falei de mais saudade, difícil foi segurar as lágrimas ao ouvir Elis, a Regina [ e única! ], cantar. Sentada no chão do quarto, com a mão no queixo e com os olhos que não piscavam... sempre fui encantada por sua voz, naturalidade e sorriso.
Desde criança, Elis foi lição de casa. E continuo a revisar e revisar.
.
.
.
No início da semana comentei com a amiga Daphne que estava me sentindo uma espécie de Bridget Jones tupiniquim as avessas. Mas vou fechando o ano vivendo um quase Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, filme este transmitido em canal aberto nessa quinta. O bocejo maior ficou por conta da dublagem que me privou de ouvir o sotaque creme de la creme que tanto adoro.
Ufa, sobrou a trilha!
E mesmo sendo *vinte-e-nove*, volto no *trinta-e-um* para manter a tradição da cascata de devaneios aos ventos e varais.
















