::gil elvgren::

Segunda-feira, Fevereiro 19, 2007

Decidido.
Venho por meio desta informar uma pausa daquelas sem previsão deste lugar tão meu, tão seu, tão nosso, tão toda, todo, todos.
Eu bem relutei em escrever linhas e linhas além, mas como deixar passar em papel sulfite lisinho e sem orelha, a cena mais tosca que antecedeu o carnaval? O contato imediato de terceiro grau com um palhaço.
[ música tema ]
Para quem não sabe, Marilyn tem um problema sério com seres da cara pintada, que fazem piada, que usam sapatos maiores do que os pés e aquele nariz... como direi? De palhaço.
Pois *Zé*, e quando eu voltava para casa, em plena sexta-feira, mais cansada do que a burrinha, vi o objeto-colorido-estranho se aproximar e quase tive uma síncope.
Putz, nem festa de criança eu freqüento para não ter que sair correndo, deixando o algodão doce para trás e vem um palhaço se instalar beeeeeeeem na frente do local de trabalho?!?!
Deve ser o clima frenético de carnaval, sem grandes ou aprofundados estudos.
Então, como eu dizia antes de relatar o acontecido, o *Toda Menina* vai ficar de molho por alguns dias.
- Ah, mas você mudou o layout agora?
Eu sei, a pergunta que não quer calar e que parece ter sentido, porque mudar a roupa do seu espaço é sinal de renovação, mas não estou em condições de escrita, nem terapeuticamente falando.
Explico ainda que o palhaço não foi o causador do trauma, trazendo assim o silêncio da menina... nem sei explicar o que se passa, mas não estou ligeiramente apta.
Uma hora a coisa muda, uma hora eu volto.
Beijos!
p.s. E não se esqueçam de aguar as plantas, de colocar as almofadas no lugar, de tirar aquela purpurina que teima em continuar tatuada e de descongelar a lasanha.

Terça-feira, Fevereiro 13, 2007

Querido diário,
A menina aqui fez uma lista daquelas de final de mês, dignas de donas-de-casa que vão à feira no sábado pela manhã, com garra e na raça. Jamais funcionou...
Eu não me importava com a dispensa vazia ou com as prateleiras vagas, queria mais era caminhar por, desviar de, descobrir cores e desabores.
Abacaxis a descascar tornaram-se palavras e sensações. E assim é a vida que trafega entre uma noite que logo se torna dia e onde tudo recomeça: doce e levemente ácido, ananás.

...A {êi}, B {bi}, C {ci}, One, Two, Three...
Após um tenebroso publicar de textos não-programados - graças a um desânimo bobo e, logo depois, a desocupação virtual de terceiros, vide texto anterior -, eis aqui o pedido de Nanci, em dó - ré – mi - fá - sol - lá – si – dó.
Na verdade, comecei a ler o que ela escreveu no *Falando de música* e segui respondendo a mim mesma. Ao final, a Nanci passava o microfone para alguns amigos cativos e lá estava o *Marilyn* reluzente em néon!
Ah, porque falar de música é um cantar sem desafinar, mas como muito canto e tanto quanto desafino, vamos ao show de calouros, minha gente!
- Sete notas, maestro Zezinho!

# Qual o primeiro CD que você lembra ter comprado na vida. E o último?
Hum, não comprei, mas presente está valendo, né?
[ ... ]
Lembro de dois artistas que escutei demais: Guns n´ Roses e Madonna.
Os meninos haviam lançado álbuns duplos que se dividiam entre parte I e II. No colégio era uma mania cantarolar tal qual um pato-Axl-rouco ou assobiar Patience pelos corredores para irritar o bedel. Tudo muito rock n´ roll, *saca*!
Também lembro de uma coletânea lindona de Dona Madonna, sem *trocadalhos*. Sempre curti o *The best of*, não adianta; quando não costumo fazer coleções do artista, jogo-me sem medo de ser feliz no que de melhor foi produzido.
O último CD comprado... [ Marilyn olha para a estante ]... Tenho me arriscado bem mais nos DVDs! A última aquisição foi *Chasing Time - The Bedlam Sessions*, do James Blunt.
Coloco no aparelho, vou fazer mil coisas e quando vejo James está com cara de Menu. O *devedê* é bem legal, mas segue um padrão do *um ritmo só*.

# Existe algum artista do qual você tenha coleção completa de tudo o que ele tenha lançado?
Sou uma eterna apaixonada por rock clássico! Desta família, posso citar minha diva Janis Joplin; para algo mais atual, assumo meu amor pelo U2 que sempre me leva às lágrimas; de música brasileira, não resisto prateleiras que ostentem Skank e Zeca Baleiro.

# Existe algum disco ou LP que você gostaria muito de ter e até hoje não conseguiu comprar?
Putz, The Beatles e The Doors. Sabe aqueles lançamentos únicos *para colecionadores*? Aquilo me faz tremer. Ui.

# Qual sua lembrança mais interessante de uma música em particular?
Olha o grau de dificuldade disso aqui!
Ah, concordo com a Nanci sobre *One*, do U2. Não existe canção mais bonita: letra, melodia, voz, é linda e me faz pensar e repensar. Assim como cheiros que trazem lembranças, músicas sempre me remetem a tempos & tempos.
Será que vale citar a música brega que o vizinho escuta no final de semana? Posso estar na Conchinchina, se eu ouvir aquele estrondo musgal, lembrarei-me do vizinho e de suas peculiaridades cafonais! :D

# Alguma música mudou definitivamente sua vida?
Uma coleção delas, sim. Jamais peça para eu revelar, você se arrependeria!
.
.
.
Hora de passar o microfone para a banda?
Come on, baby! Quem quiser o questionário, é só subir no palco e cantar sem medo do tomate fresquinho na testa! :P

p.s.1.
layout novo e em constante mutação

Marcadores:

Quarta-feira, Fevereiro 07, 2007

Mas o que não é o ser humano sem um *caldinho* sequer de massa cinzenta, não é mesmo?
Apoderar-se das palavras alheias e ainda ser premiado por tal ato é uma façanha!
Não entendeu nada?
Acha que é algum filme estreando logo mais em solo brasileiro?
Não, meus caros, explico agora, com gráficos e ilustrações:
Uma pessoa de muito bom senso avisou-me que grande parte do texto e da idéia do perfil do *Toda Menina* havia sido copiada pela proprietária deste site aqui, ó.
Jamais acreditei até acessar. E lá estava, estampado e publicado sem o menor vestígio de aspas e nome de autora, no caso, eu-mesma-enquanto-menina: palavras minhas, sentimentos meus.
Fui avisada também que a *dona Copiadora*, vulgo, Emily, utiliza seus recursos pitorescos com mais freqüência do que possamos imaginar.
Sim, sim, salabim, você pode ser um dos que tiveram suas idéias publicadas acolá como sendo originais de fábrica da mocinha oca que se faz de descolada, inteligente e legal, mas que não passa de pura farsa num layout cheio de fru-frus e devaneios alheios.
O mais ridículo de tudo é que esta mesma pessoa resolveu participar de uma promoção da revista Capricho e teve seu nome em destaque, graças às cópias, digo, "aos textos que ela tão bem faz". E foi premiada com boa parte do meu texto, deixemos claro!
* ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha *
Agora diga: é ou não é para ficar possessa de raiva?
Por que não publicar receita de bolo da avó ou simpatia para trazer criatividade? Mas apropriar-se do que não é seu, sem pedir autorização ou sem citar fonte é uma das coisas mais ridículas que já vi por aqui.

- "Porque se é para copiar, copia direito, poooooooooooooooooorra".
Jargão Mtv

P.S.: E muito obrigada ao *Eu* que avisou sobre o plágio.
Valeu mesmo, muito digno de sua parte. ;)

Marcadores: