::gil elvgren::

Sexta-feira, Setembro 19, 2008

Nesse mundinho de facilidades oferecidas pela Internet, o plágio é uma das fatias mais festejadas do bolo. A fatia azeda, claro.
Para os desavisados, não citar a fonte da informação julgada interessante, além de ser falta de ética, é crime. E um legítimo atestado de incompetência.
Para ser mais exata, carimbão na testa: b-u-r-r-i-c-e.
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rolando um flashback
Em fevereiro de 2007, o perfil do Toda Menina foi copiado indevidamente e publicado em outro blog. Para minha surpresa, o texto estava assinado pela proprietária do site. Elogiadíssima, praticamente uma "diva acadêmica". Comentários pipocavam, todos louvando a versatilidade daquela "cabeça genial, borbulhante de idéias criativas a cada linha".
Na verdade, a mocinha era uma farsa. Copiava de um lado, de outro, reunia tudo e pronto, dizia que o texto era seu e a pancada de admiradores crescia.
O mais hilário foi que ela teve a capacidade de enviar o texto para uma revista muito popular entre os adolescentes, numa espécie de concurso, com a esperança de ser publicado or whatever. Para sua sorte, não foi. Entrei em contato com a revista e a aspirante à advogada (pasmem!) passou por essa saia justíssima antes mesmo de ingressar na carreira de futuro que tanto almeja e que já sabemos que será um "sucesso".
Enfim, na época, ela visitou o Toda Menina, pediu desculpas pelo "mal entendido, coincidências e blá-blá-blá", mas não colou.
Questão cronológica: logo que eu reclamei do plágio, ela republicou o texto, retirando o trecho que havia copiado e muitos chegaram até a acreditar que não havia nada suspeito. Óbvio, depois que se apaga a prova. Ético é pouco. Essa menina "vai longe", viu.
Muito mais hilário, foi ter tomado conhecimento de que eu não havia sido a única a ter palavras subtraídas por ela: outras pessoas também tiveram textos copiados pelo gênio incompreendido que habita o mesmo planeta que todos nós. Por um acaso do destino, estamos aqui, subordinados à tamanha "desenvoltura e caráter".
E para quem não acompanhou: depois de tudo isso, finalmente ela retirou o blog do ar.
Quanto alívio.
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Mas não, não estamos a salvo.
E por duas vezes mais, fui plagiada. Agora, com fotos para provar a falta de respeito e mostrar a quem quiser ver, como tem gente idiota na web:

1) Texto que publiquei em 18 de maio de 2008, devidamente copiado pela "inteligentíssima" Carolina Cottens, que nem fazendo pose, convence.
Ela deveria aceitar o título de burrice de uma vez por todas. Ter o mínimo de bom senso reflete mais do que luz, queridinha.


Ficha:
Blog: Carolina Cottens
Data de publicação: 13 de Agosto de 2008
Cópia: Não sei mais dar títulos
(... O título é ótimo! Bem no nível da mula)






2) Texto que publiquei no perfil do Toda Menina (quadro laranja, à esquerda da página) e que me acompanha desde os primórdios desse espaço, devidamente copiado pela "excêntrica" Menina dos Olhos Verdes.
E do que adianta a cor dos olhos se a burrice é muito mais visível?


Ficha:
Blog: Tanto por tão pouco
Data de publicação: 17 de Maio de 2007
Cópia: "Me, myself & I"


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Enfim, nunca impedi ninguém de utilizar as palavras aqui publicadas, mas, por consciência própria, quem copia deve usar aspas, citar a fonte, essas coisas de gente sensata. Eu faço isso ao usar qualquer idéia alheia, seja poema, crônica, música.
Não é difícil, só é justo.

Em tempo: a sabedoria em pessoa, Carolina Cottens, desativou os comentários de seu pseudo-blog. Pudera, depois do recado que deixei, ela deveria enfiar a cara na privada e cortar os pulsos.
Loser.

Segunda-feira, Setembro 15, 2008

Então, eu preciso mesmo é de um personal time management. Prioridades, focos e atenções todas organizadas numa planilha descomplicada, acessível e moderna, daquelas que, com uma simples busca, eu seria capaz de ativar comandos que completassem minhas tarefas sem eu ter que retocar a make-up no intervalo.
E já que não posso ter uma antena para chamar de minha, cogitei carregar um caderninho para anotações esdrúxulas e aleatórias. Cada coisa que se vê e poucas que se salvam. . E naquele emaranhado de informações, minha veia do esquecimento Doryano* vem à tona e eu peco pela ausência memorável de um ser.
Partindo da teoria de que "não se pode ter tudo na vida", eu comi um hot-dog e não fui à academia. Ou... assisti Batman e acabei cativada pelo Coringa. Coisas de um mundo habitado por seres nem tão imprevisíveis, mas perdoáveis.
Talvez tenha me faltado um pouco de entusiasmo e de sulfato ferroso. Tenho estado ausente não só aqui, mas acolá também. Pensamentos mil pendurados num varal que pouco se mexia pela completa falta de vento. Eles pediram revisão e eu passei a soprá-los, sem reprises ou dublagens. Voilá.