Da famosa série "coisas que só acontecem comigo" ou "mentaliza azul que passa"
Porque quando você pensa que aquilo é invenção de uma cabeça cansada, necessitada de férias e repleta de idéias semi-prontas, vem a realidade e, com uma bifa* nada delicada, te acorda.
Não adianta, eu não aprendo a lição.
Talvez seja porque Murphy tanto me ama e nunca tenha desistido de conquistar meu coração. Amoleço. Mas não aceito, questiono. E questiono tudo até acreditar na minha própria crença inventada... e nem sempre acatada por mim mesma!
Patético!
A verdade é que tenho fugido um pouco da realidade que, de uns tempos pra cá, confiscou o algodão doce e o vestidinho rodado de mangas bufantes. Por um lado, fico orgulhosa de minhas decisões, sacrifícios e conquistas, mas ninguém consegue girar no carrossel por muito tempo sem cansar da paisagem repetida.
.
Hoje eu me dei conta de que não tenho me permitido chorar. E essa minha dureza forçada me afasta das outras realidades. Escuto as conversas paralelas e percebo como tudo está diferente, mas não amoleço... porque não posso, admito. Quem sabe mais na frente eu consiga chorar, hoje eu ainda tenho muito a fazer: colocar o lixo pra fora, pegar as roupas no varal, trocar a água das flores e pensar que amanhã pode ser diferente.
Porque quando você pensa que aquilo é invenção de uma cabeça cansada, necessitada de férias e repleta de idéias semi-prontas, vem a realidade e, com uma bifa* nada delicada, te acorda.
Não adianta, eu não aprendo a lição.
Talvez seja porque Murphy tanto me ama e nunca tenha desistido de conquistar meu coração. Amoleço. Mas não aceito, questiono. E questiono tudo até acreditar na minha própria crença inventada... e nem sempre acatada por mim mesma!
Patético!
A verdade é que tenho fugido um pouco da realidade que, de uns tempos pra cá, confiscou o algodão doce e o vestidinho rodado de mangas bufantes. Por um lado, fico orgulhosa de minhas decisões, sacrifícios e conquistas, mas ninguém consegue girar no carrossel por muito tempo sem cansar da paisagem repetida.
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Hoje eu me dei conta de que não tenho me permitido chorar. E essa minha dureza forçada me afasta das outras realidades. Escuto as conversas paralelas e percebo como tudo está diferente, mas não amoleço... porque não posso, admito. Quem sabe mais na frente eu consiga chorar, hoje eu ainda tenho muito a fazer: colocar o lixo pra fora, pegar as roupas no varal, trocar a água das flores e pensar que amanhã pode ser diferente.



