::gil elvgren::

Quinta-feira, Janeiro 29, 2009

Porque além de ser um tanto distraída, há algum tempo a vergonha eu perdi por aí e jamais recuperei. Se tiver de dizer algo, acabo falando; se precisar ir e ninguém quiser acompanhar, vou sozinha mesmo... pouco ligo pra essa coisa de 'chegar sozinho é chato'. E outra: eu canto no trânsito. Só não vou além na performance porque preciso guiar o automóvel, mas solto o gogó sem medo, imaginando a fumaça de gelo seco, as luzes, o vento! :P
E hoje enquanto eu dirigia rumo ao trabalho, resolvi cantarolar pra dar um up na manhã nublada / ensolarada / nublada. Só que eu não havia reparado na platéia que se formava no topo de minha visão. Naquele engarrafamento infame, um ônibus parou ao meu lado e tinha uma galera olhando pra minha cara e, sabe-se-lá, perguntando o que eu falava ao balançar freneticamente a cabeça e batucar no volante!
Só sei que baixou uma diva, usei a técnica do 'isso é tão natural', engatei a primeira e segui. Sem um teco sequer de vergonha, claro.
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Quanta alegria!
Finalmente pude encher o bucho de sushi com os amigos!
YummY!
- Hein?
É que por alguns meses estive clinicamente proibida de ingerir qualquer alimento que no mar estivesse. Cirurgia e crustáceos não combinam muito... achei melhor não arriscar. Mas agora que posso?! Ah, a vida é bela e ganhou o Oscar! ;)

Quarta-feira, Janeiro 21, 2009

Sou aquela que vem desviando de poças formadas por uma chuva desprovida de saber: quando, por onde ou trazendo o quê.
Mas sigo em pulos panorâmicos cronometrados.
E consigo correr de salto alto {só uma observação}.
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Ontem eu amargava mais um dia de cansaço e trabalho árduo, enquanto imaginava um texto para incluir aqui. Faltou um tempo precioso pra eu fazer isso. E quando o tive, dormi.
É muito login pra administrar, é chefe de férias, é papelada em cima da mesa. É um correr para o banheiro e falar sozinha olhando para o espelho. E depois discordar. É tudo em demasia.
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Tenho escutado músicas que eu havia esquecido o quanto amava. E isso basta.

Quarta-feira, Janeiro 07, 2009

Porque comecei o ano assim: o quê que eu estou fazendo aqui?
Não no mundo { ok, o que também não deixa de ser uma pergunta válida }, mas questionei-me enquanto dirigia até o trabalho.
N-i-n-g-u-é-m nas ruas frias e chuvosas, além de minha pessoa, claro.
Rádio ligado, vidro fechado, pensando distante, além do oceano.
Na volta, comprei flores e imaginei um mundo melhor pra você e pra mim também. Mas na verdade, eu queria mesmo era voar.