Dois anos de uma saudade eterna.
Por tantas e tantas vezes, eu chegava em casa querendo dividir os acontecimentos daquele dia, mas só encontrava o silêncio.
Sinto falta da opinião forte e da sabedoria simples, direta e certeira. Sinto tanta falta de passar a mão em seus cabelos, do sorriso largo e da bronca tamanha.
A gente não precisava de muito para se divertir e discutia por pouca coisa. Sempre fomos muito parecidas e incrivelmente teimosas.
Minha mãe abdicou de sua vida para cuidar daqueles que amava. E partiu cedo, mas foi embora sabendo o quanto era amada. Sempre que eu segurava sua mão – como fiz até o último momento -, mentalizava todo o meu amor (disfarçando minha dor em vê-la partindo aos poucos).
Nunca mais chorei como chorei naquele fim de tarde. Nunca havia me jogado de joelhos no chão como fiz naquela noite, sem forças, tendo a certeza de que tudo seria diferente, voltando para casa sem minha mãe.
Tristeza dói, aperta o peito, falta o ar e tira o reflexo.
Escrever liberta, alivia a aflição, conforta a alma, mas hoje tem sido incrivelmente difícil.
Quando penso que se ela estivesse aqui, isso e aquilo não teria acontecido, sinto-me egoísta, mas perdôo meu pensamento porque minha saudade não se mede.
Minha mãe era minha paz, meu conforto, meu lar. Sem ela, pouca coisa tem sentido. Sem ela, precisei mudar sem perder meu rumo. Mas continuo por ela.
Te amo, mãe. E amarei quantas vidas eu tiver. E além.
Por tantas e tantas vezes, eu chegava em casa querendo dividir os acontecimentos daquele dia, mas só encontrava o silêncio.
Sinto falta da opinião forte e da sabedoria simples, direta e certeira. Sinto tanta falta de passar a mão em seus cabelos, do sorriso largo e da bronca tamanha.
A gente não precisava de muito para se divertir e discutia por pouca coisa. Sempre fomos muito parecidas e incrivelmente teimosas.
Minha mãe abdicou de sua vida para cuidar daqueles que amava. E partiu cedo, mas foi embora sabendo o quanto era amada. Sempre que eu segurava sua mão – como fiz até o último momento -, mentalizava todo o meu amor (disfarçando minha dor em vê-la partindo aos poucos).
Nunca mais chorei como chorei naquele fim de tarde. Nunca havia me jogado de joelhos no chão como fiz naquela noite, sem forças, tendo a certeza de que tudo seria diferente, voltando para casa sem minha mãe.
Tristeza dói, aperta o peito, falta o ar e tira o reflexo.
Escrever liberta, alivia a aflição, conforta a alma, mas hoje tem sido incrivelmente difícil.
Quando penso que se ela estivesse aqui, isso e aquilo não teria acontecido, sinto-me egoísta, mas perdôo meu pensamento porque minha saudade não se mede.
Minha mãe era minha paz, meu conforto, meu lar. Sem ela, pouca coisa tem sentido. Sem ela, precisei mudar sem perder meu rumo. Mas continuo por ela.
Te amo, mãe. E amarei quantas vidas eu tiver. E além.




