... there's still a little bit of your song in my ear...
E depois de uma semana distante do trabalho, só vestindo pijamão e termômetro, retornei à vida no estilo fênix. Mas se tem algo que me aborrece mais do que (ainda) não ter levado o prêmio da mega-sena (por razões óbvias), é ter que voltar à labuta... e encontrar minha mesa revirada, rascunhos espalhados, canetas faltando, miniaturas fora do lugar e, o mais trágico, porém, esperado: minha pimenteira fazendo a curva, sequinha de dar dó, murchinha de tudo.
Esclarecendo, não sou egoísta, mas mexer no material alheio e não devolver ao lugar certo, me deixa pos-ses-sa.
Primeiro, já achei meu computador logado, WTF? Na sequência, fui encontrando meus frufrus espalhados e, o mais hilário: até o livro que estava dentro da minha gaveta, serviu de distração para a entidade que na minha mesa sentou o traseiro por dias. A pessoa já tinha colocado até marca-texto! Gente, só castrando mesmo!
Mais tarde, não vencido e completamente mal acostumado, vejo um braço quilométrico passando na minha frente para alcançar o bastão de cola. E quando observo melhor, lá está também minha caneta-vermelha-preferida-de-pinup, aí não prestou... breath in, breath out, mas lady que sou, esperei um momento de distração da entidade para resgatar meu bem precioso. E sem negociar o bastão de cola, oras! Levei junto também!
A verdade deve ser dita: algumas pessoas do prédio onde trabalho possuem péssimas manias: falam muito alto (têm dias que parece o antigo pregão da bolsa de valores), reparam até na cor do seu esmalte (por que será que a pimenteira não durou uma semana?), espirram (escandalosamente) sem usar lenços descartáveis (ugh!) e, não menos importante, acham que tudo o que está naquela mesa acolá, também é deles e pode ser usado e retorcido (a ponta da caneta-vermelha-preferida-de-pinup, estava mordida).
Grrrr.
Sem mais para o momento.
.
O bom mesmo foi reencontrar as amigas mais queridas, almoçar a salada preferida, jiboiar - colocando o papo em dia, gargalhar até dar uma dor e voltar pra casa (de oclão!), fazendo dueto com Damien Rice.
Não peço mais nada... além do prêmio acumulado da mega, só isso, nada mais.
E depois de uma semana distante do trabalho, só vestindo pijamão e termômetro, retornei à vida no estilo fênix. Mas se tem algo que me aborrece mais do que (ainda) não ter levado o prêmio da mega-sena (por razões óbvias), é ter que voltar à labuta... e encontrar minha mesa revirada, rascunhos espalhados, canetas faltando, miniaturas fora do lugar e, o mais trágico, porém, esperado: minha pimenteira fazendo a curva, sequinha de dar dó, murchinha de tudo.
Esclarecendo, não sou egoísta, mas mexer no material alheio e não devolver ao lugar certo, me deixa pos-ses-sa.
Primeiro, já achei meu computador logado, WTF? Na sequência, fui encontrando meus frufrus espalhados e, o mais hilário: até o livro que estava dentro da minha gaveta, serviu de distração para a entidade que na minha mesa sentou o traseiro por dias. A pessoa já tinha colocado até marca-texto! Gente, só castrando mesmo!
Mais tarde, não vencido e completamente mal acostumado, vejo um braço quilométrico passando na minha frente para alcançar o bastão de cola. E quando observo melhor, lá está também minha caneta-vermelha-preferida-de-pinup, aí não prestou... breath in, breath out, mas lady que sou, esperei um momento de distração da entidade para resgatar meu bem precioso. E sem negociar o bastão de cola, oras! Levei junto também!
A verdade deve ser dita: algumas pessoas do prédio onde trabalho possuem péssimas manias: falam muito alto (têm dias que parece o antigo pregão da bolsa de valores), reparam até na cor do seu esmalte (por que será que a pimenteira não durou uma semana?), espirram (escandalosamente) sem usar lenços descartáveis (ugh!) e, não menos importante, acham que tudo o que está naquela mesa acolá, também é deles e pode ser usado e retorcido (a ponta da caneta-vermelha-preferida-de-pinup, estava mordida).
Grrrr.
Sem mais para o momento.
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O bom mesmo foi reencontrar as amigas mais queridas, almoçar a salada preferida, jiboiar - colocando o papo em dia, gargalhar até dar uma dor e voltar pra casa (de oclão!), fazendo dueto com Damien Rice.
Não peço mais nada... além do prêmio acumulado da mega, só isso, nada mais.
... It's not hard to grow... when you know that you just don't know



