E quem nunca teve um momento bipolar que jogue o primeiro relaxante muscular, que lance o primeiro anti-depressivo ou que negue a ingestão de um calmante para dormir leve feito pluma. Vamos lá, não se acanhe, até Britney já passou por isso! Coragem, amiga(o)!
Na verdade, não sou usuária desse tipo de alternativa pra driblar tristeza, inquietação ou qualquer outro surto. Mas desconfio de quem é feliz o tempo todo; assim como também desconfio de quem se entristece e lamenta cada frase.
E assim tudo aconteceu. Tive dias ótimos, ao lado de pessoas que amo, repleta de atividades interessantes e muito assunto para preencher as horas. Mas em dias seguintes, uma tristeza grande teimou em castigar, lembrando do que foi, como poderia ter sido, das ausências e saudades. Resultado: cho-rei, abraçada ao travesseiro, aquela coisa bem Bridget Jones, sabe... (com direito a 'All by myself' ao fundo)
Para minha sorte, não sou assim o tempo todo, apenas me dei ao direito da reflexão, do pijama, de um sorvete com bastante calda de chocolate e percebi que na vida tudo é muito delicado. Em um instante, as sensações são contagiantes, em outro momento, é um desânimo que tenta persistir.
(Ha, mas não consegue!)
E quando isso acontece, forço-me a lembrar que tenho muitos questionamentos e o tempo ao meu favor e isso ameniza qualquer que seja a exaltação.
E lembrando do óbvio que diz que não há nada melhor do que dias intercalando noites, pensamentos mil brotam em formas de decisões e expectativas.
Admito que em certos momentos da vida, esperei das pessoas. O melhor amigo, elogio, consideração, respeito, companhia para ir ao cinema, ou caminhar por aí. Hoje tenho em mente que as ações solitárias refletem no coletivo tanto quanto. O papel de bala jogado no lixo, o bom dia ao desconhecido do elevador, o poder da palavra, a demonstração da atitude, o surto no trabalho para desestressar.
Quando se aprende a ser independente é difícil esperar a boa vontade de uns, a disponibilidade de outros, o discernimento de alguns. "Se você quer algo bem feito, faça você mesmo", já disse alguém por aí.
E assim tenho me organizado, escolhido meus caminhos e garantindo a você que, caso eu realmente gostasse de palmito, provavelmente abriria o pote sozinha.
Dê-se o direito de gargalhar, liberte o choro guardado e acene para a vida que ela vai acenar pra você de volta.
Just back atcha. ;)
Na verdade, não sou usuária desse tipo de alternativa pra driblar tristeza, inquietação ou qualquer outro surto. Mas desconfio de quem é feliz o tempo todo; assim como também desconfio de quem se entristece e lamenta cada frase.
E assim tudo aconteceu. Tive dias ótimos, ao lado de pessoas que amo, repleta de atividades interessantes e muito assunto para preencher as horas. Mas em dias seguintes, uma tristeza grande teimou em castigar, lembrando do que foi, como poderia ter sido, das ausências e saudades. Resultado: cho-rei, abraçada ao travesseiro, aquela coisa bem Bridget Jones, sabe... (com direito a 'All by myself' ao fundo)
Para minha sorte, não sou assim o tempo todo, apenas me dei ao direito da reflexão, do pijama, de um sorvete com bastante calda de chocolate e percebi que na vida tudo é muito delicado. Em um instante, as sensações são contagiantes, em outro momento, é um desânimo que tenta persistir.
(Ha, mas não consegue!)
E quando isso acontece, forço-me a lembrar que tenho muitos questionamentos e o tempo ao meu favor e isso ameniza qualquer que seja a exaltação.
E lembrando do óbvio que diz que não há nada melhor do que dias intercalando noites, pensamentos mil brotam em formas de decisões e expectativas.
Admito que em certos momentos da vida, esperei das pessoas. O melhor amigo, elogio, consideração, respeito, companhia para ir ao cinema, ou caminhar por aí. Hoje tenho em mente que as ações solitárias refletem no coletivo tanto quanto. O papel de bala jogado no lixo, o bom dia ao desconhecido do elevador, o poder da palavra, a demonstração da atitude, o surto no trabalho para desestressar.
Quando se aprende a ser independente é difícil esperar a boa vontade de uns, a disponibilidade de outros, o discernimento de alguns. "Se você quer algo bem feito, faça você mesmo", já disse alguém por aí.
E assim tenho me organizado, escolhido meus caminhos e garantindo a você que, caso eu realmente gostasse de palmito, provavelmente abriria o pote sozinha.
Dê-se o direito de gargalhar, liberte o choro guardado e acene para a vida que ela vai acenar pra você de volta.
Just back atcha. ;)



